Conhecimento aplicado
Soluções inovadoras
Nas últimas décadas o Brasil tem vivenciado profunda alteração em seus padrões alimentares. Dentre as maiores transformações estão o aumento do consumo de alimentos processados (e ultraprocessados) e o crescimento da alimentação fora de casa.
Conforme a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF - 2017-2018) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as famílias têm comido mais fora de casa e comprado mais alimentos prontos, ao invés de preparar seus alimentos para consumo próprio. Assim, enquanto a despesa para comer em lanchonetes e restaurantes vem aumentando, a despesa com arroz e feijão para preparo em casa reduziu pela metade na última década.
Nesta cena, a parcela da renda familiar gasta com a alimentação fora de casa, que no início deste século era de aproximadamente 24%, atualmente já chega a cerca de 1/3 - a despeito dos índices de inflação do setor.
Todavia, mesmo frente a expressivo crescimento, são escassas e esporádicas as pesquisas que tratam do tema, em especial, das variações dos preços dos alimentos para o consumo fora de casa, razão pela qual o Núcleo Aplicado de Estudos e Pesquisas Econômico-Sociais apresenta sua contribuição.
Com a pesquisa Alimentação Fora de Casa o Naepe propõe uma metodologia inédita, objetivando suprir - ainda que parcialmente - a carência em dados mercadológicos referentes à alimentação realizada nos ambientes extra-lar, como por exemplo, shoppings, restaurantes, lanchonetes, quiosques, açaiterias, sorveterias, etc.
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A essencialidade e a atualidade do tema "inflação dos alimentos", aliadas à ausência de pesquisas do gênero no interior do país, justificam o esforço da equipe Naepe em realizar e expandir suas investigações aos principais municípios do Tocantins. Deste modo, o acompanhamento do custo da Cesta Básica atualmente realizado em Palmas e Porto Nacional, em breve, passará a ser desenvolvido também nos municípios de Araguaína e Gurupi.
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As pesquisas sobre o mercado de trabalho são fundamentais para entender as dinâmicas econômicas e sociais do país. Elas revelam as variações regionais em termos de emprego, desemprego, informalidade e renda, fornecendo insights para políticas públicas direcionadas. Além disso, permitem avaliar o impacto de fatores como o salário mínimo na distribuição de renda e na qualidade de vida dos trabalhadores.
Em um país tão diverso, compreender as especificidades regionais é essencial para promover um desenvolvimento mais equilibrado e inclusivo, garantindo que as estratégias de crescimento econômico beneficiem todas as regiões e seus habitantes.
Com esta compreensão, o Naepe se dedica a manter, por meio de fontes oficiais, um banco de dados sempre atualizado para acompanhamento das admissões e desligamentos, bem como, do estoque de empregos no Brasil e no Tocantins.
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O Naepe entende que a pesquisa aplicada sobre a renda no Brasil, e em suas diversas e desiguais regiões, é fundamental para compreender não só a distribuição de riqueza e suas desigualdades socioeconômicas, mas também, para a produção de dados cruciais ao desenvolvimento de políticas públicas eficazes, visando a redução da pobreza e a promoção da equidade. Além disso, suas informações podem contribuir no direcionamento de investimentos e incentivos para áreas menos desenvolvidas, estimulando o crescimento econômico regional.
A análise da renda também é essencial para entender o impacto de políticas salariais e fiscais, contribuindo para um país mais justo e com oportunidades iguais para todos os seus cidadãos.
Esses aspectos mostram que a pesquisa sobre a renda no Brasil não é apenas uma questão de interesse acadêmico, mas também uma ferramenta vital para o progresso social e econômico do país.
Deste modo, temos nos comprometido a manter, por meio de fontes oficiais, um banco de dados sempre atualizado acerca da renda média no brasil e, em especial, no Tocantins.
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As pesquisas sobre o mercado de trabalho são fundamentais para entender as dinâmicas econômicas e sociais do país. Elas revelam as variações regionais em termos de emprego, desemprego, informalidade e renda, fornecendo insights para políticas públicas direcionadas. Além disso, permitem avaliar o impacto de fatores como o salário mínimo na distribuição de renda e na qualidade de vida dos trabalhadores.
Em um país tão diverso, compreender as especificidades regionais é essencial para promover um desenvolvimento mais equilibrado e inclusivo, garantindo que as estratégias de crescimento econômico beneficiem todas as regiões e seus habitantes.
Com esta compreensão, o Naepe se dedica a manter, por meio de fontes oficiais, um banco de dados sempre atualizado para acompanhamento das admissões e desligamentos, bem como, do estoque de empregos no Brasil e no Tocantins.
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O setor agropecuário do Tocantins tem se destacado nacionalmente, com taxas de crescimento que superam a média brasileira e consolidam sua importância econômica e social.
Para acompanhar este avanço, o Núcleo Aplicado de Estudos e Pesquisas Econômico-Sociais (Naepe-IFTO) propõe, com base em pesquisa aplicada e rigor científico, o Painel Agropecuário do Tocantins. Trata-se de observatório que reúne informações estratégicas e atualizadas sobre preços agrícolas e pecuários, safras, balança comercial, mercado de trabalho, entre outros indicadores relevantes.
A plataforma foi pensada para atender do pequeno ao grande produtor, oferecendo conteúdos que auxiliam na gestão da produção, no planejamento de investimentos e na tomada de decisão.
O Painel também disponibiliza notícias, estudos temáticos e Boletins que interpretam os dados do setor considerando sua peculiaridade local dentro da complexidade global e de suas cadeias produtivas e de distribuição.
Trata-se de uma ferramenta dinâmica, voltada a produtores, pesquisadores, gestores públicos e demais interessados no fortalecimento da inteligência territorial e econômica aplicada ao agronegócio tocantinense.
A concretização do projeto dá-se a partir de um esforço de pesquisadores do IFTO-Campus Porto Nacional e da mobilização de importantes parceiro, como Embrapa, Conab e a Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Seagro), o que evidencia seu compromisso com a qualidade, a confiabilidade e a utilidade pública das informações.
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O Boletim de Conjuntura Econômica do Tocantins é uma publicação anual de acesso livre produzida pelo PET de Ciências Econômicas da UFT em parceria com o CORECON-TO, cujo conteúdo essencial está organizado em seis capítulos técnicos que abordam o panorama econômico do Tocantins em relação ao país e outros estados indicadores sociais, agronegócio, comércio exterior, contas públicas estaduais e o mercado de trabalho.
A produção tem como objetivo principal oferecer uma visão integrada da evolução das principais variáveis macro e microeconômicas do estado, com dados mensais, trimestrais e anuais extraídos de fontes públicas oficiais, visando desenvolver nos estudantes a capacidade de coletar e organizar séries de dados oficiais, interpretar criticamente indicadores e gráficos, redigir relatórios técnicos fundamentados e comunicar resultados de forma clara e visual, além de inserir a produção técnica-científica do Programa de Educação Tutorial no debate sobre política econômica e gestão pública no Tocantins.
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A recente ampliação do arcabouço legal voltado ao financiamento e incentivo à cultura no Brasil fortalece a gestão cultural, expande o acesso às políticas de fomento e impulsiona a produção artística no país.
O Marco Regulatório do Fomento à Cultura (Lei nº 14.903/2024) representa um avanço significativo para a gestão cultural no Brasil. A propósito disso, o artigo 45 dessa lei determina que os entes federados devem criar ou atualizar tabelas de referência de valores para avaliar os custos dos projetos culturais, garantindo uma análise de preços mais rápida e eficiente, compatível com a realidade de cada território.
A produção artística e cultural do país foi revigorada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e pela Lei Paulo Gustavo (LPG). Segundo o Governo Federal, essas iniciativas somam um investimento de R$ 18,9 bilhões, distribuído entre estados, municípios e o Distrito Federal, impulsionando o setor cultural.
Nesse contexto, o Naepe foi pioneiro no país, ao desenvolver uma metodologia específica para calcular as oscilações de preços no setor cultural (IPPC), bem como ao construir o próprio Sistema IPPC, contribuindo com a informação e a inovação no setor.
Portanto, o Naepe destaca-se como um pioneiro nesse campo, tendo registrado o IPPC junto ao INPI antes mesmo da sanção do marco regulatório. O projeto continua em evolução, conduzido por pesquisadores desse espaço de inovação tecnológica, reforçando seu papel na transformação e desenvolvimento dos setores estratégicos para o Brasil.
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Pesquisas de Opinião
Avaliação de governo
Avaliação de serviços e políticas públicas
Temas e atualidades
Ações e hábitos sociais
Pesquisas Socioeconômicas
Diagnóstico
Levantamento
Nível
Indicadores
Pesquisas de Mercado
Demanda e dimensionamento
Marketing
Satisfação
Formação de preços
Segmentação
Imagem e posicionamento da marca
Hábitos e preferências do consumidor
Como produto da pesquisa índice de Preços à Produção Cultural (IPPC), o Sistema IPPC é uma ferramenta técnica que busca solucionar um problema central do campo da cultura e da produção cultural brasileira: a carência de dados mercadológicos.
Registro de Software
Publicações
Sistema IPPC - Programa de Computador
IFTO tem mais dois programas de computadores certificados pelo INPI
Pesquisadores do Tocantins criam software que promete transformar setor cultural brasileiro
NAEPE cria software que promete transformar o setor cultural brasileiro
Plataforma moderna, dinâmica e acessível, contendo dados relativos às principais variáveis do setor agropecuário com ênfase especial no Tocantins. O Painel Agropecuário foi pensado para atender do pequeno ao grande produtor, pesquisadores, gestores públicos e demais interessados no tema.
Solução pensada para a consulta, análise e extração dos dados contábeis, financeiros e econômicos das empresas brasileiras de capital aberto. Atualmente encontra-se processo de melhoria para incorporar diversos outros ativos, tais como fundos, ações, debêntures, títulos públicos, fundos imobiliários e outros.
Dr. Autenir Carvalho de Rezende
Diretor-Geral
Dr. Adriano Nascimento da Paixão
Coordenador de Inteligência e Metodologias
Dra. Elainy Cristina Coelho
Coordenadora de Inteligência em Mercado
Dra. Gisláne Ferreira Barbosa
Coordenadora de Operações
Dr. Marcelo José Moreira
Coordenador de Inteligência Socioeconômica
Dr. Wellington Nunes
Coordenador de Inteligência e Opinião Pública
Dra. Janaina Maria Andrade Aires
Coordenadora de Inteligência em Turismo
Me. Igor Barbosa Melo
Coordenador de Inteligência em Políticas Culturais
Dr. Francisco Viana Cruz
Economista - Pesquisador Adjunto
Dr. Nilton Marques de Oliveira
Economista - Pesquisador Adjunto
Dr. Vinícius Souza Ribeiro
Economista - Pesquisador Adjunto
Dr. William Rodrigues
Contador - Pesquisador Adjunto
Me. Silas José de Lima
Matemático - Pesquisador Adjunto
naepe.pesquisas@gmail.com
310 Sul, Av. Lo-05, IFTO, Bloco 16, 2º Piso, Palmas - TO
Av. Tocantínia, 566 - Jardim América, Porto Nacional - TO.